29 fev iFruit no Portal do Jornal Prop Mark – SP- YouTube também é brincadeira de criança

Cliente: iFruit
Veículo: Portal do Jornal Prop Mark
Editoria: Opinião Artigo
Assunto: YouTube também é brincadeira de criança
Estado: SP
Data: 30 de outubro de 2015
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YouTube também é brincadeira de criança

A utilização de vídeo online para se informar e divertir já é uma realidade na web

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Alessandro Visconde

 

Antigamente, os pais costumavam pedir para os filhos saírem da frente da televisão. Agora, este pedido é para largarem o computador – mais especificamente o YouTube, a rede social de vídeos. O público infanto-juvenil aumentou sua participação na audiência e tornou-se importante para esta mídia: levantamento mostra que seis dos dez canais mais vistos na plataforma são voltados para crianças e adolescentes. Por mais que este fato também deixe os adultos preocupados, o consumo de vídeos online traz benefícios para pais e filhos.

Esta nova relação é fruto da mudança de mídia proporcionada pela popularização da internet. O YouTube mudou o conceito de produção e visualização de vídeos em todas as faixas etárias. A lógica da grade de programação, tradicional do broadcasting, deu lugar ao conteúdo on demand, em que o usuário consegue assistir aquilo que lhe interessa a qualquer hora do dia. Com uma década de existência em 2015, a rede social consegue impactar a primeira geração que cresceu acostumada a esta realidade.

Este comportamento é bem diferente daquele vivenciado pelos adultos. Não havia internet e assistir televisão era praticamente uma solenidade, com a família em volta do aparelho. Exigia um planejamento de agenda para ver o programa preferido, pois ele não estaria à disposição do usuário posteriormente. Essa liberdade proporcionada pelos vídeos online trouxe uma pluralidade de conhecimento para crianças e adolescentes. Ainda que existam conteúdos impróprios para menores de idade, as produções de diversos youtubers auxiliam crianças nos estudos e nas brincadeiras, estimulando a imaginação e criatividade.

Dessa forma, mais do que proibir, os pais devem incentivar e acompanhar essa aproximação dos filhos com os canais do YouTube. É preciso atuar como amigo das crianças, ora estando perto, ora longe, para saber o que os pequenos estão assistindo e aprendendo nas redes sociais. A regulamentação externa pode até existir e ser pauta de discussão, mas ela deve ser branda e similar ao que existe na televisão atualmente – propondo uma forma das crianças aproveitarem o que esta mídia tem de melhor e os pais ficarem mais tranquilos.

A utilização de vídeo online para se informar e divertir já é uma realidade na web justamente pela facilidade de passar o conteúdo de forma rápida e criativa, exigindo pouca atenção do usuário. No caso de crianças e adolescentes, este uso é potencializado pela sensação de liberdade ao poderem ver o que quiserem, quando quiserem. Da mesma forma que a televisão marcou gerações, agora é a vez do YouTube e seus influenciadores exercerem esse importante papel.

* Alessandro Visconde é CEO da iFruit, empresa pioneira e especialista no planejamento e comercialização de mídias nas redes sociais de influenciadores

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